Quem for enfrentar o sol hoje não pode esquecer do protetor solar, do chapéu, óculos de sol e de beber bastante água. Ontem, a temperatura atingiu a máxima do ano, marcando 32,7 graus, segundo o Inmet, e o nível de radiação UV foi de 13. Marcas que devem ser batidas ainda hoje.
 
O meteorologista do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) Vlamir da Silva Júnior explicou que o nível de radiação de UV está extremo e que somados a outro fatores pode aumentar a sensação de que o sol está castigando ainda mais. "O índice está elevadíssimo, mas é comum acontecer no verão. A máxima para o Recife amanhã (hoje) é de 33 graus e o nível de UV é 14. Mas a sensação vai depender também das nuvens, do vento e da umidade. Se está muito quente e muito úmido é pior. Se tem muito vento, acaba refrescando e as pessoas podem se expor mais ao sol", explicou.
 
Desde a semana passada quem está no Recife e em outras 12 capitais do país tem essa sensação é de que o sol nunca esteve tão forte, por conta desse nível máximo de radiação ultravioleta. Quando coincide com poucas nuvens, a sensação é de que o sol nunca esteve mais forte. O cenário é típico do verão e deve se repetir até o fim da semana.
 
O Índice Ultravioleta (IUV) é acompanhado pela Somar Meteorologia e pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec/Inpe). A medição é feita para um prazo de cinco dias com a intenção de medir a radiação do sol na superfície da terra e o efeito dele nas pessoas. A incidência dos raios é calculada de acordo com características geográficas e estações do ano. No Nordeste brasileiro, os índices permanecem na classificação extrema durante o verão por conta da posição do sol mais próxima ao hemisfério Sul. Isso significa que a escala permanece entre 11 e 14 IUV, variando de acordo com a nebulosidade.

Fonte: Diario de PE