A informação foi Divulgada hoje (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quatro desses municípios ficam em Santa Catarina (Lajeado Grande, Arvoredo, Pinheiro Preto e Entre Rios), um em São Paulo (Bora, no interior, o menor município do país), um no Tocantins (Oliveira de Fátima), um em Minas Gerais (Santo Antônio do Rio Abaixo) e o último, Fernando de Noronha, em Pernambuco.

O IBGE também divulgou que está mais rápida a coleta de dados nos estados de Rondônia, Roraima e da Paraíba, onde já foram visitados 73,1%, 71,6% e 67,3% domicílios, respectivamente.

Com a menor cobertura, devido ao problema de longas distâncias ou ainda de atraso na coleta por falta de material, estão o Acre (42,4%), Amazonas (47,6%) e Rio Grande do Sul (48,1%), onde os coletes dos recenseadores demoraram a chegar.

“As grandes dificuldades são em municípios como os da Região Norte, com [longas] distâncias que precisam ser percorridas. Esses percursos são feitos de barco, consequentemente o tempo de descolamento e de transmissão de dados é muito maior”, justificou o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes.

O problema também atrasou o trabalho em Santa Catarina, São Paulo e Paraná – estados onde cerca de metade dos domicílios foi visitada. Embora atrás de outros estados, o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, informou que a coleta nessas localidades está dentro do prazo e que a média de domicílios recenseados por estado é de 33%.

Fonte: Agência Brasil