Anny Solergibert, estudante de Direito da Asces-Unita, junto ao seu time, subiu ao pódio do HackLab FNESP 2026 em São Paulo, garantindo a terceira colocação na competição. A premiação foi entregue nesta semana e coroou uma experiência intensa de imersão e aprendizado. Os universitários, antes mesmo desse resultado, já haviam superado um outro desafio: serem selecionados em meio a mais de 300 concorrentes do país inteiro.
Promovido pela Semesp, correalizado pela Fundacred, o HackLab reúne universitários vindos de todas as regiões do Brasil para uma vivência marcada por colaboração e criatividade. Ao longo do evento, as equipes contam com o acompanhamento de especialistas para lapidar suas propostas, que depois são apresentadas para uma plateia de quase 1.000 nomes de peso do setor educacional para os 3 minutos de pitch ao vivo.
Mais do que uma competição, a imersão do HackLab funciona como uma ponte entre a sala de aula e os desafios reais do ensino superior, ampliando repertório, conexões e a visão de mundo de quem participa.
Ao falar sobre a conquista, Anny relatou o quanto os dois dias de competição pesaram na balança: “Hoje eu tô aqui conquistando o terceiro lugar do Hackathon da Fundacred, aqui na maior cidade do Brasil, em São Paulo, e eu venho representando a Asces-Unita. Eu não consigo descrever como essa experiência me transformou. Eu definitivamente não sou a mesma pessoa de hoje e de dois dias atrás, é uma experiência transformadora e enriquecedora. Sou imensamente grata tanto à Fundacred quanto à Asces por estarem sempre me apoiando, me acolhendo e me incentivando.

Quem também é aluna da Asces-Unita e conseguiu ser selecionada para a imersão em São Paulo é Yale Lorena Silva, do curso de Arquitetura e Urbanismo. Que fez parte de outro time competidor e, mesmo sem ter conquistado um dos três lugares, explica que a experiência já valeu muito a pena. “Estar aqui representando a Asces-Unita pelo segundo ano tem sido uma experiência muito rica. Estar em contato com investidores e mentores de diversas áreas do ensino superior, de vários países, para que a gente consiga adaptar nossas ideias, trazer isso para dentro de um problema real e inserir no mercado de trabalho, resolvendo esse problema, tem sido uma experiência maravilhosa, tanto para a carreira profissional quanto para a pessoal. ”.


